Engajamento

Segundo o dicionário Aurélio engajamento significa: 1. Aliciar para o serviço pessoal ou para emigração; 2. Filiar-se a uma linha ideológica, filosófica ou outra; 3. Bater-se por ela; colocar-se a serviço de uma ideia, de uma causa, de uma coisa; 4. Empenhar-se em dada atividade ou empreendimento.

O que realmente engaja os colaboradores? O que desperta a motivação e a paixão do colaborador pela empresa? Se pensarmos de forma rasa, podemos responder que bons salários, treinamentos, reconhecimento, promoções sejam a resposta a estas perguntas. Mas não é bem assim. Tudo isso é importante, mas existe mais. E é por isso que as empresas realizam pesquisas de clima organizacional.

A falta de engajamento causa um prejuízo enorme para as empresas, causando falta de interesse e compromisso dos funcionários e tornando o ambiente de trabalho improdutivo e negativo.

As empresas que hoje realizam pesquisas de clima organizacional conseguiram perceber a relação existente entre o nível de engajamento do funcionário e o nível de qualidade do trabalho que ele realiza colocando em prática ações focadas nos pontos fortes e oportunidades de melhoria apontados pela pesquisa. Isso vem resultando ao longo do tempo, em funcionários mais engajados e produtivos, pois estão mais focados no atendimento ao cliente, mais atentos aos aspectos relativos à segurança no trabalho, menos propensos a deixar a empresa, têm orgulho de trabalhar na empresa, indicam a empresa como um bom lugar para trabalhar, e como consequência, levam a empresa a gerar mais lucro.

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Como causar uma boa impressão logo de cara

Seja numa reunião de negócios, num encontro com um cliente ou até numa entrevista de emprego, regularmente, todo profissional precisa se abrir para conhecer novas pessoas. Mas como causar uma boa impressão logo no primeiro encontro?

“A pessoa precisa ter consciência da sua comunicação não verbal. O primeiro impacto sempre está relacionado à imagem que a gente passa”, diz o consultor organizacional Eduardo Shinyashiki.

1. Cuide da imagem, sempre
Não é preciso estar de acordo com as últimas tendências da moda corporativa, mas é essencial apresentar-se de maneira adequada. E, no mínimo, isso significa roupas apresentáveis (nada de peças amassadas, coladas ou decotadas demais) e limpeza.
“É como as regras de paquera: qual é a imagem que você quer passar?”, afirma o especialista.

2. Resista à síndrome do tagarela
“Tem gente que não ouve o que as outras pessoas têm a dizer e querem rapidamente vender seu peixe”, diz Shinyashiki. A estratégia adequada, no entanto, é oposta a isso. Quando mais atento ao outro, mais elegante e interessante você se torna.
“Há um pensamento que o profissional precisa ter no encontro: ‘não existe nada, nem ninguém mais importante do que estar com esta pessoa’”, diz.

3. Faça pontes 
Saber ouvir é essencial para criar pontos de convergência entre seus interesses e o da outra pessoa. “Para que ouvir? Para que você possa entender quais são as coisas importantes, os critérios e valores da pessoa que está ali”, diz. “O péssimo vendedor é aquele que vende do jeito que gostaria que vendessem para ele”.

4. Seja objetivo
Ir direto ao ponto, sem rodeios, é essencial para cativar a pessoa do lado de lá da mesa. “Não precisa contar a história inteira, conte só os pontos mais interessantes”, exemplifica o especialista. “Quando você fala com objetividade e assertividade, às vezes, cria o desejo no outro de querer saber mais”.

“Tem gente que não percebe o quanto são chatas. Ficam repetindo as mesmas coisas, contando a história inteira”, diz.

5. Cuide do tom de voz 
“Tem pessoas que são titubeantes no tom de voz, gaguejam ou falam num tom tão baixo para não ser ouvida”, diz o especialista. “Outras, falam de maneira forte, incisiva ou dominante demais”. O caminho, explica, é adequar o tom de voz para o que está acontecendo ao redor – inclusive para a modulação do falar do outro. “Sua fala tem que ser uma melodia agradável que instigue vontade de ouvir de novo”, afirma.

6. Invista em sensações
Ao acompanhar os gestos, a postura, o olhar e o tom de voz do outro, inconscientemente, você estabelece uma sintonia e gera segurança no outro. “Por isso, as pessoas têm a percepção de que conhecem a outra há tanto tempo”, afirma.

7. Invista em simpatia
A pessoa chegou atrasada ou está emperrando a sua agenda? Jamais olhe para o relógio. Seja discreto e simpático, sempre. “Se você fica olhando para o celular, quebra a sintonia do olhar”, afirma o especialista.

(Exame.com – 22/04/2012)

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Análise SWOT Pessoal

Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer Análise de Cenário (ou Análise de Ambiente), sendo usada como base para gestão e planejamento estratégico. É um sistema muito simples para verificar a posição estratégica de uma entidade qualquer, seja pessoa física ou jurídica num determinado ambiente. Em resumo a Análise SWOT auxilia a eliminar os pontos fracos em áreas onde existem riscos e fortalecer os pontos fortes em áreas onde se identificam as oportunidades.

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês – Strenght – Forças, Weaknesses – Fraqueza, Opportunities – Oportunidades, e Threats – Ameaças. Partindo do principio de que tudo aquilo que acreditamos influencia a nossa realidade, a Análise SWOT Pessoal leva ao autoconhecimento e desenvolvimento pessoal da capacidade realizadora. Também permite uma constante melhora do indivíduo levando-o a uma vida mais equilibrada, produtiva e feliz. É uma ferramenta de desenvolvimento pessoal com base no aprendizado constante, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional.

Para essa análise não precisamos de nada além do que um quadro como o abaixo:

STRENGHTS (Forças) OPPORTUNITIES (Oportunidades)
WEAKNESSES (Fraquezas) THREATS (Ameaças)

Formulei as seguintes perguntas para uma Análise SWOT Pessoal:

Strengths/Forças - Perceba quais são as suas vantagens como pessoa ou profissional.

  • O que você faz melhor que as pessoas à sua volta?
  • Qual característica sua geralmente é mais elogiada?
  • Quais vantagens você tem que outras pessoas não tem?
  • Quais valores você tem que os outros não conseguem ter?
  • Você faz parte de algum grupo informal? Se sim como ele pode ser um ponto forte para você?
  • Qual experiência que você possui que ninguém possui?
  • Quais os recursos que você tem acesso que mais ninguém tem?

Weaknesses/Fraquezas - Identifique as áreas em que haja maior conflito.

  • Em que aspectos você pode melhorar?
  • Que tipo de atividade ou atribuição você ainda não faz satisfatoriamente?
  • Quais tarefas você evita no seu dia-a-dia e porque?
  • O que você não se sente confiante em fazer?
  • Você se sente confortável com sua formação? Se não, qual detalhe dela que mais lhe causa este sentimento?
  • Existe alguma característica pessoal que você acha que te atrapalha? (Por exemplo, você precisa falar em público e se sente tímido)
  • As pessoas geralmente esperam algo de você e, por mais que tente, não consegue atender as expectativas?
  • Quais são seus vícios no trabalho/vida pessoal que geralmente podem irritar outras pessoas (por exemplo, ficar estressado fácil, chegar atrasado)?

Opportunities/Oportunidades - Esforce-se para descobrir as forças que possui e que não estão sendo bem utilizadas.

  • Você mantém contato com seus antigos colegas de classe/trabalho e demais pessoas ligadas à sua vida profissional?
  • Você está ligado à novas tecnologias ligadas à sua área?
  • Qual seu nível de interação com pessoas da sua área?
  • Onde existem oportunidades que ninguém está aproveitando? O que você pode fazer para aproveitá-las?
  • Quais as novas tendências que estão surgindo que você pode aplicar ao seu dia-a-dia/local de trabalho/vida pessoal?

Threats/Ameaças - Visualize o mundo exterior e seja também um pouco introspectivo para entender o que pode ser prejudicial ao seu objetivo.

  • Que obstáculos existem pela frente?
  • O que as demais pessoas, estão fazendo?
  • Você tem as competências necessárias para o atingimento do objetivo?
  • A tecnologia é um problema para você, ela ameaça seu objetivo?
  • O seus pontos fracos podem aumentar os seus ricos frente às ameaças?
  • Quais os obstáculos que você enfrenta hoje na sua vida (financeiro, de desenvolvimento, pessoal)

Então, respondendo com consciência a essas perguntas, analisando o momento pessoal e profissional, podemos traçar o perfil que desejamos para o atingimento do nosso objetivo e definir que rumos tomar a partir daí. Pode ser que já o façamos de outras maneiras, sem que se queira chamar de SWOT tal exercício, mas há que se ter em mente duas palavras quando tratamos de objetivo: reflexão e planejamento. Duas simples palavras e uma mesma forma de encontrar um caminho.

Muito bacana, não? Então que tal começar agora mesmo a aplicar a matriz SWOT na sua vida pessoal?

Conte como foi sua experiência, deixe um comentário abaixo.

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Crenças e Valores

Os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. Assim, o que cada um de nós é hoje é conseqüência destas escolhas e das ações adotadas para efetivá-las. Para que decisões sejam tomadas, alguns aspectos de nossa personalidade são levados em conta. Aqui falaremos sobre crenças e valores.

As crenças e os valores ajudam a formar a personalidade e tem grande influência sobre o comportamento. O conjunto deles foi moldado ao longo da vida através do poder exercido sobre nós como da família, da escola, dos amigos, dos livros, da mídia e de todo e qualquer estímulo externo que esteja perante nós.

Para identificar de que forma cada um desses aspectos estão influenciando a nossa vida é preciso fazer duas simples perguntas: Quais são os meus valores? Quais são minhas crenças?

Para saber quais são os seus valores é preciso entender primeiro que valores são todas as coisas são todas as coisas que você preza e atribui valor. Há dois tipos desses valores: os fins e os meios. Se eu lhe perguntar “Quais são as coisas a que dá mais valor?”, você pode responder “Amor, família, dinheiro…” Desses, o amor é o valor final que está procurando; em outras palavras, o estado emocional que deseja. Por outro lado, família e dinheiro são apenas valores que servem como meios. Em outras palavras, servem para você acionar os estados emocionais que realmente deseja.

Já as crenças são generalizações que fazemos a nosso respeito, acerca de outras pessoas e do mundo ao nosso redor. Elas são os princípios que orientam nossas ações. Geralmente, pensamos nas crenças como “tudo ou nada” regras, geralmente do tipo “se… então…” e achamos que as coisas nas quais acreditamos são sempre verdadeiras. Entretanto, um minuto de reflexão é o suficiente para percebemos que, no decorrer de nossa vida, modificamos muitas das nossas crenças. Por exemplo: Se eu não me vestir assim, então não serei considerada para o cargo tal.

Isso tudo mostra que nem todas as pessoas compartilham os valores e as crenças. Mas é importante conviver com estas diferenças, pois experimentar e testar a crença do outro, irá facilitar a interação e contribuirá para o nosso crescimento que está atrelado ao desenvolvimento pessoal e ao aumento da nossa esfera de escolhas. Aprender, no fundo, importa ter mais opções, isto é, ampliar possibilidades. A questão básica é o que aprender para que possamos ter êxito neste mundo de crescente insegurança, complexidade, ambigüidade e imprevisibilidade. E isto também é uma escolha.

Para vivermos de forma plena, precisamos estar conscientes das escolhas, resultado das crenças e valores utilizados para chegarmos até elas, pois são eles que guiam a nossa vida pessoal e profissional.

Vamos ampliar a esfera de valores. Vamos transformar crenças. Vamos criar oportunidade para mudar. Mudar o foco, o objetivo a resposta.

Isso é desenvolvimento.

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Adolescentes e as escolhas profissionais

A fase da escolha de qual carreira seguir acontece na adolescência, aonde surgem as mudanças corporais e intelectuais, que ocasionam os conflitos internos e externos do jovem. Tendo de vivenciar as mudanças do período de adolescência e, ainda, definir um caminho profissional a seguir, o adolescente muitas vezes encontra dificuldades, uma vez que essa decisão implica uma escolha para definir o seu futuro.

O  jovem sabe que a escolha profissional está diretamente ligada à felicidade das pessoas, pois além de gerar sustento, também estabelece o estilo de vida, ou seja, o reconhecimento na sociedade. Mas quando ele tenta identificar suas habilidades, seus valores, seus talentos e também definir suas metas, percebe-se confuso, pois seus antigos padrões de comportamento já não funcionam muito bem e os novos, ainda, não estão estabelecidos.

É nesse momento que muitos adolescentes procuram o coaching para ajudá-los nessa difícil tarefa.

Durante o processo, o jovem descobre suas características e potencialidades e os ajuda na escolha de sua profissão. Porém, esse processo não faz a tarefa do jovem. A decisão cabe exclusivamente a ele, quando instigado pelas perguntas feitas pelo coach, busca dentro de si as respostas às suas dúvidas.

As ferramentas que o coaching oferece permite que eles cresçam certos de suas habilidades, valores e talentos, com nível de autoconhecimento mais alto, e principalmente, sabendo onde querem chegar.

Um jovem que passa pelo processo de coaching torna-se mais tolerante às frustrações, lida melhor com as emoções e tem foco no futuro.

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Jornada do herói

Descobrir nossos pontos fortes ou fracos. Aprender a lidar com as adversidades. Conhecer a si mesmo. Não importa qual seja o objetivo, toda jornada tem seu primeiro passo. Quando essa jornada refere-se a questões como autoconhecimento e autoestima, em muitos aspectos se parece com a trajetória de um herói. Esse herói é representado pelos arquétipos que nada mais são do que pessoas, personagens ou objetos, que nos servem de exemplo ou modelo em determinada situação.

Joseph Campbell, considerado como um dos maiores mitólogos de todos os tempos, autor de O Poder do Mito, diz: “Não precisamos nos arriscar sozinhos na aventura, pois os heróis de todos os tempos já foram à nossa frente. O labirinto já é conhecido, basta seguir os passos do herói”.

Desde tempos antigos as narrativas são semelhantes nas diversas histórias: um herói recebe um chamado à ação. Ele pode aceitar o chamado ou recusá-lo. Se ele decide viver essa aventura, passa por um processo de iniciação, em que enfrentará uma série de dificuldades. Durante essa jornada, haverá um momento de transformação em que ele sairá modificado. No fim do percurso, é o momento em que o herói volta ao lar com o conhecimento e os poderes que adquiriu ao longo do caminho.

Iniciar esta jornada não implica tornar-se maior, melhor, ou mais importante do que qualquer outra pessoa, porque todos nós somos importantes. Todos nós temos uma contribuição a dar. E só podemos dar essa contribuição quando assumimos o risco de sermos nós mesmos e únicos.

Os heróis empreendem jornadas, enfrentam monstros e descobrem o tesouro do seu verdadeiro eu. Embora possam sentir-se muito sós durante essa busca, no final experimentam um sentimento de comunhão: consigo mesmos, com as outras pessoas e com tudo ao seu redor.

Cada vez que enfrentamos um desafio, nos deparamos com um monstro. Se escolhemos ir em frente, mergulhamos mais profundamente na descoberta de quem somos e conseguimos derrotá-lo. Dessa forma trazemos autoconhecimento e desenvolvimento para nós mesmos e na nossa cultura. Mudamos o mundo.

 

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Superação

su.pe.ra.ção – 1 – Ato ou efeito de superar (Aurélio)

Quando pensamos em superação, provavelmente nossas primeiras lembranças são de atletas que em condições extremas, conseguiram alcançar os seus objetivos.

Para mim, a imagem mais marcante é de Gabrielle Andersen-Scheiss, atleta suíça, que participou dos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, na primeira prova olímpica da maratona feminina. Gabrielle não estava bem na prova, tanto em relação à sua colocação quanto à sua condição física.

Faltando 400 metros para o final da prova, ela entrou pelo Estádio Coliseum muito debilitada, pois estava desidratada e sofrendo de hipertermia. Nesse momento a equipe médica recomendou que ela desistisse. Mas incentivada pelos aplausos dos torcedores que lotavam o estádio, Gabrielle percorreu os 400 metros finais, num esforço sobre-humano.

Tinha dificuldades em manter-se de pé. O rosto estava desfigurado pelo esforço excessivo. Seu andar era arrastado devido às fortes cãibras. Mesmo assim, ela ignorou os apelos dos médicos e do seu corpo, e conseguiu terminar a prova em 2h48m42s.

Mas o tempo final não importava. Pois para percorrer esses 400m ela levou 7 minutos. Os últimos 100m foram feitos em 5min44s.

Seu nome ficou na história, não pela conquista de medalhas olímpicas, nem pelos seus resultados, mas devido ao esforço físico e espírito esportivo.

Após recuperar-se, um jornalista perguntou porque ela não desistiu. Sua resposta foi simples: tinha um objetivo. Queria honrar seu diploma de participação terminando a prova, pois aos 39 anos não teria outra oportunidade para participar de uma Olimpíada.

Mas seu esforço rendeu mais do que o término da prova. Por conta do esforço de Gabrielle, a IAAF (International Association of Athletics Federations) criou o artigo “Andersen-Scheiss”, que atualmente permite que os atletas sejam atendidos pela equipe médica durante as competições sem serem desclassificados.

A lição de Gabrielle e de tantos outros atletas, músicos, artistas, pessoas comuns,  é a de que para que possamos alcançar os objetivos a que nos propomos, sejam eles pessoais ou profissionais, precisamos ter emoção, garra e paixão. Quando transformamos esses sentimentos em ações práticas na nossa vida, com certeza superaremos os obstáculos que atrapalham a concretização desses objetivos. Acredite em seu potencial de realização e faça acontecer.

E você, quando pensa em superação, lembra-se de quem?

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Bem-vindo ao meu blog!

Você já se sentiu desmotivado? Com medo de ir adiante? Sem novas ideias? Se você respondeu sim a uma destas perguntas, não se preocupe. Muitos de nós já se sentiu assim.

Por isso esse blog foi criado. Para auxiliar no desenvolvimento humano.

É um espaço para a troca de experiências e aprendizados que ajudarão a responder muitas dúvidas.

O foco principal é potencializar as virtudes e talentos que cada um tem para que alcancem um novo patamar na vida pessoal ou profissional.

E aí? Está pronto para esse desafio?

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